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Novo BYD Dolphin: veja as novidades que podemos esperar do hatch renovado

Elétrico reestilizado na China muda visual, interior e pode ter versão híbrida
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21.12.2025 às 12:36
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Lançado em setembro de 2023, o BYD Dolphin foi um dos primeiros carros da marca chinesa no Brasil. O hatch elétrico, no entanto, apareceu atualizado na China em março deste ano. Em 2026, essa reestilização deve surgir no Brasil. Um indício é que o carro foi registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que mostra as mudanças de design. Segundo carro elétrico mais vendido do Brasil, o novo Dolphin também pode começar a ser montado ao lado do Dolphin na fábrica da BYD

No país asiático, o elétrico foi atualizado em março de 2025. As principais mudanças estéticas estão na dianteira, com faróis redesenhados (mas que continuam com assinatura em "L" e em "U" na grade) e novo para-choque com entradas de ar maiores. Atrás, as lanternas de LED receberam um novo arranjo e o logotipo “Build Your Dreams” foi substituído pela sigla “BYD”. Vale ressaltar que o para-choque traseira também ostenta um novo desenho.

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Com as mudanças externas, o novo BYD Dolphin também ficou maior, medindo 4,28 metros de comprimento - a dimensão atual é de 4,12 m. As medidas restantes não sofreram alterações, dessa forma, o modelo segue com 1,77 m de largura, 1,57 m de altura e 2,70 m de entre-eixos.

Sem tela giratória

Reprodução/Mobiauto

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Além das mudanças visuais, o novo Dolphin também exibe modificações no interior. A começar pelo multimídia que perde a função de girar e se posicionar na vertical. Por outro lado, a central mantém o generoso tamanho da tela: 12,8 polegadas.

Já o seletor de marchas saiu da posição habitual e foi parar na coluna de direção. No lugar, a BYD instalou alguns botões físicos, o nicho do carregamento de smartphone por indução e, claro, o porta-copos e objetos. Volante e painéis continuam com formato iguais. O painel de instrumentos digital, por sua vez, sai da pequena tela de 5" para um amplo visor de 8,8".

Reprodução/Mobiauto

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Para linha Dolphin, a BYD lançou na China o chamado God’s Eye C, um conjunto de 12 câmeras, cinco radares de ondas milimétricas e 12 radares ultrassônicos, que vai permitir uma proteção 360° ao hatch. O mais recente sistema de assistências para o motorista, como de permanência na faixa, controle de cruzeiro adaptativo, assistência de saída de faixa, reconhecimento de sinais de trânsito e controle inteligente de velocidade.

Híbrido?

Vendido aqui em duas versões, GS (95 cv) e Plus (204 cv), o Dolphin teve um ligeiro aumento na capacidade da bateria - de 44,9 kWh para 45,1 kWh. No padrão de medição chinês, a autonomia subiu de 410 km para 420 km. No país asiático, o hatch elétrico passa a ter uma versão intermediária que compartilha o conjunto do Yuan Pro. Ou seja, 177 cv, bateria de 60,5 kWh e autonomia de mais de 500 km no ciclo oriental. Por aqui, as duas configurações devem ser mantidas.

Reprodução/Mobiauto

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Ventila-se que o carro brasileiro pode receber uma motorização híbrida flex no ano que vem. A BYD, inclusive, já testa a nova geração do hatch, chamada Dolphin G, na variante híbrida plug-in com o mesmo conjunto do Yuan Pro DM-i. A mecânica é formada pelo motor 1.5 aspirado e uma unidade elétrica. Combinados, fornecem 212 cv a bateria de 18,3 kWh tem cerca de 90 km no modo elétrico. A BYD, no entanto, fala que a autonomia pode chegar a 1.000 km. Esta opção será lançada na Europa em 2026.

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