Nova Toyota Hilux já revela interior e permanência de item alvo de recall
Com o lançamento mundial previsto para novembro, na Tailândia, a Nova Toyota Hilux faz seus testes finais, ainda rodando sob forte camuflagem pelo país asiático e com item polêmico. Além dos flagras da picape, uma patente do painel remodelado da Hilux vazou e revelou como será a atualização.
No caso do painel, o desenho vazado não é tão inovador, pois é o mesmo da Toyota Tacoma, uma versão maior da Hilux e destinada ao mercado americano. No entanto, é possível perceber uma nova central multimídia e contorno de painel de instrumentos, os quais se seguirem como na “irmã maior” serão de 10 polegadas e digital, respectivamente.
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Já no caso do item polêmico, estamos falando do aerofólio. Em uma das unidades de teste, a picape recebe o aerofólio que foi retirado em 2024 das versões GR-Sport e SRX Plus. Na época, os problemas com a peça viraram recall, pois a foi detectado que a peça poderia soltar da carroceria e sair com o carro em movimento.
Diferente do santantonio, a barra tem como foco melhorar a aerodinâmica da Hilux, por isso usada somente nos modelos mais caros. No configurador da marca, a linha 2025 aparece com o aerofólio nas mesmas versões.
Quando chegará a nova Toyota Hilux?
Produzida em Zárate, na Argentina, a Hilux é importada ao Brasil e isso não deve mudar. O mesmo não se pode dizer do visual, que mesmo nas camuflagens e projeções mostram uma frente mais elevada da picape. Os faróis mais afilados se encontram com uma moldura na parte central. A grade é protagonista e toma boa parte da dianteira, enquanto o conjunto de iluminação não deve ser em dois níveis, concentrando luzes de posição diurna e faróis na mesma peça.
Na traseira, um novo formato de lanternas e iluminação interna. Difícil acreditar que a marca japonesa vá além disso. O motivo é que a picape vai permanecer com a plataforma IMV.
Assim, as alterações mais perceptíveis devem aparecer no interior, tudo para atualizar a Hilux e deixá-la mais perto do que já vemos em Chevrolet S10 e Ford Ranger.
Sob o capô, o 2.8 turbo diesel de quatro cilindros vai continuar, inclusive com os 204 cv de potência e até 50,9 kgfm de torque. No entanto, a Hilux em teste já atua com sistema híbrido leve de 48 V, composto por motor elétrico de 16 cv e bateria de 0,2 kWh, o qual substitui o alternador e motor de partida, como nos Fiat Pulse e Fastback, mas tem atuação em algumas situações para potencializar o motor a combustão.
Enquanto na Tailândia a nova Hilux está prestes a chegar ao mercado, o cenário não é o mesmo para o Brasil. Isso porque a picape renovada deve desembarcar por aqui somente em 2026.
Por Vinicius Moreira
Repórter
Encontrou no jornalismo uma forma de aplicar o que mais gosta de fazer: aprender. Passou por Alesp, Band e IstoÉ, e hoje na Mobiauto escreve sobre carros, que é uma grande paixão. Como todo brasileiro, ainda dedica parte do tempo em samba e futebol.
