BYD Qin Plus e Qin L 2026 podem antecipar atualização do sedan King
A BYD vai promover mudanças na linha 2026 do Qin Plus e do Qin L na China. Parentes do King, os sedans híbridos plug-in devem estrear uma maior autonomia elétrica no país oriental. Segundos informações da imprensa chinesa, os modelos podem alcançar 210 km (no ciclo chinês). Isso pode significar que o King também receba essas modificações a curto prazo. Dependendo da opção, o sedan médio híbrido pode rodar entre 35 km e 78 km sem gastar combustível no Brasil.
O Qin Plus, irmão menor e mais simples do King, usa o 1.5 turbo e uma unidade elétrica. Na medição chinesa, a bateria fornece uma autonomia entre 43 km e 90 km, dependendo da versão. Já Qin L, variante de maior porte, deve adotar uma bateria de 26,6 kWh (a capacidade maior atual é de 15,8 kWh) e uma autonomia elétrica atual de 128 km - números do órgão chinês de medição.
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O King nasceu quando o Qin Plus havia sido descontinuado na China, em 2023. No entanto, a BYD voltou atrás e reviveu o modelo para o mercado asiático, o que explica a grande semelhança entre os dois produtos citada no artigo. O BYD Qin Plus utiliza o sistema DM-i 5.0 da BYD, e garante uma autonomia de 2.100 km, rendendo 34,5 km/l, segundo o ciclo CLTC. O propulsor 1.5 de 100 cv e 12,8 kgfm de torque trabalha junto de um motor elétrico de 163 cv e 21,4 kgfm de torque, as baterias são de 10,8 kWh, rendendo 80 km de autonomia, utilizando apenas o modo elétrico.
Repordução/CarNewsChina
Nas versões mais caras, o motor térmico permanece o mesmo. No entanto, o motor elétrico de 217 cv e 26,5 kgfm de torque, as baterias são de 15,8 kWh, consequentemente, a autonomia elétrica sobe para 120 km.
No caso do Qin L, é uma versão alongada para a China e tem 4,83 metros de comprimento, além de 2,79 m de distância entre-eixos - contra 4,78 m e 2,72 m, respectivamente, do King. O novo carro traz um facelift que adota a linguagem "dragon face" e faz parte da família Dinasty da marca chinesa, com o Song Plus e Tan, por exemplo. O pacote plug-in híbrido com atualizações traz um motor a gasolina 1.5 turbo de 100 cv de potência (e 12,8 kgfm de torque) aliado a uma unidade elétrica. Está disponível em configurações que entregam 163 cv (e 21,4 kgfm) ou 217 cv de potência (e 26 kgfm).
Reprodução/CarnNewsChina
Com bateria de 10,8 kWh nas opções mais baratas, o sedan consegue rodar 80 km no modo elétrico, de acordo com as medições chinesas. Já na versão com 15,8 kWh, a autonomia elétrica agora é de 128 km. Já o consumo combinado chega a 36 km/l. Estima-se que o Qin L consiga rodar 2.148 km com tanque e bateria cheios.
Em 2025, a BYD registrou ambos os veículos no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), mas os carros não devem ser lançados por aqui.
Por Raphael Panaro
