BYD Song Pro pode chegar a 200 km de autonomia elétrica na linha 2026
O BYD Song Pro pode chegar com novidades na linha 2026 na China. De acordo com a mídia chinesa, o SUV híbrido plug-in deve ganhar mais uma versão focada em autonomia do modo elétrico. Para isso, a marca deve colocar uma bateria maior no modelo que será apresentado no próximo dia 10 no país oriental.
Atualmente, a maior capacidade da bateria do SUV é de 18,3 kWh, o que gera uma autonomia elétrica de 133 km (e mais de 1.500 km no ciclo combinado), segundo a medição chinesa. É esperado que o Song Pro adote o conjunto do SUV cupê Song L, de 26,6 kWh. Ainda de acordo com a imprensa local, o novo Song Pro vai poder rodar mais de 200 km sem gastar uma gota de combustível. O híbrido é um caso de sucesso e emplacou mais de 200 mil unidades na China em 2025.
Você também pode se interessar por:
- BYD King: os principais problemas, segundo os donos
- Por que a China está proibindo uso de maçanetas elétricas estilo Tesla
- BYD Dolphin híbrido pode ser mais potente que esportivo da Honda e fazer 65 km/l
- Mega-Sena da Virada: carros que não se pode comprar com o prêmio de R$ 1 bi
No Brasil, pelos testes mais rígidos do Inmetro, a autonomia fica em 62 km. Se a mudança chegar por aqui, o Song Pro deverá rodar mais de 100 km somente no modo elétrico. Lembrando que a mecânica segue a mesma: motor 1.5 litro aspirado que trabalha em conjunto com uma unidade elétrica que, juntos, fornecem 223 cv na versão GL e 235 cv na topo de linha GS. Porém, a BYD traça outros planos para o SUV por aqui.
Reprodução/Mobiauto
O Song Pro também teve atualizações recentes e agora conta com um pacote avançado de assistências semiautônomas, como controle de cruzeiro adaptativo, reconhecimento de placas, alerta de colisão frontal, assistente de tráfego cruzado e de permanência em faixa.
Song Pro híbrido flex
O SUV será montado na fábrica de Camaçari (BA) ao lado do Dolphin Mini e terá duas novidades. A primeira é o facelift que mexe, especialmente, na dianteira. Trata-se de uma evolução da linguagem estética chamada dragon face.
Basicamente é a frente que estreou com novo Tan. O design traz faróis mais afilados e ligados por uma barra/grade cromada. Já o para-choque tem um desenho mais esportivo.
A mudança vem em um pouco mais de um ano de sua estreia no Brasil, quando chegou para ser o SUV da família Song mais barato. A outra estreia deve ficar por conta da motorização flex. A parte a combustão do conjunto mecânico, o 1.5 litro aspirado a gasolina, poderá beber etanol na atualização e no início na montagem na Bahia.
Por Raphael Panaro
