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Honda City: nova geração mudará radicalmente e terá versão híbrida "acessível"

Estreia do sedan será em 2028 com plataforma mais moderna e design repaginado
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28.11.2025 às 15:55 • Atualizado em 01.12.2025
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A nova geração do Honda City só deve aparecer globalmente em 2028. Mas as especulações em torno do sedã já começaram. Segundo informações obtidas pelo site Autocar India, o modelo terá uma linguagem de design totalmente diferente da atual. O City, inclusive, poderá incorporar elementos de estilo do conceito futurista Série 0, apresentado recentemente no Japan Mobility Show, o Salão de Tóquio, no Japão. O protótipo, por sua vez, será a referência na gama de carros elétricos da Honda.

Ainda de acordo com a publicação, fontes que já viram desenhos da próxima geração do sedan afirmam que a dianteira tem uma estética mais elegante e esportiva, ao mesmo tempo que o carro como um todo é mais "encorpado". Um dos elementos do conceito que também pode aparecer na versão final é o vigia dianteiro. Já os faróis escamoteáveis não devem chegar no modelo de produção por questões de legislações de segurança em diversos países.

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Outra modificação da próxima geração do City é na plataforma. Construído atualmente sobre a Honda Global Small Car, o modelo deverá ser fabricado em cima da PF2, uma base modular que vai atender carros e SUVs tanto compactos quanto médios, além também de aceitar motorização híbrida. Apesar de oferecer maior rigidez estrutural, a estrutura é cerca de 90 kg mais leve que a base híbrida atual da Honda – uma significativa redução de peso.

Para otimizar a produção e manter os custos controlados, a Honda vai compartilhar mais de 60% dos componentes entre diversos veículos derivados da PF2. Ventila-se que o primeiro produto, por sua vez, é um SUV de sete lugares com estreia aguardada para o final de 2027. O City deve surgir no ano seguinte e um SUV compacto, em 2029.

City e:HEV

A plataforma, digamos, multienergética, também permitirá um carregamento de bateria mais rápido, regeneração de energia mais eficiente e a adoção de baterias menores e mais econômicas – fatores essenciais para tornar os híbridos mais acessíveis. O movimento é para tornar o City mais competitivo em outros mercados e tentar recuperar o espaço perdido, especialmente, para o VW Virtus.

Em alguns países, como a Índia, o City já é oferecido com uma versão híbrida (HEV), que não precisa carregar na tomada. Apesar de sua eficiência, seu preço alto é o grande problema. É esperado que, com a nova geração, este tópico seja resolvido. Lá fora, o sedan oferece versões 1.5 aspirada com câmbio manual ou CVT e 1.5 híbrida, ciclo Atkinson e dois motores elétricos com cerca de 130 cv.

E vale ressaltar que antes da geração híbrida aparecer por aqui, o Honda City deve passar por uma reestilização, que inclusive já está rodando pelo Brasil em fase de testes. 

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