Avaliação: Jeep Commander T270, o que é ótimo e o que deixa a desejar

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.
Por Camila Torres
24.11.2021 às 13h:32 • Att. há cerca de 11 dias
Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Com todo o estilo de um carro da Jeep, o Commander, primeiro SUV de sete lugares nacional da marca, chegou com tudo ao Brasil, deixando claro sua ambição de liderar o segmento isso inclui desbancar rivais de peso e que já têm um público fidelizado, como o Toyota SW4 e o Caoa Chery Tiggo 8.

O Jeep Commander é oferecido em quatro versões, duas com motor flex e duas a diesel. Nossa redação já havia experimentado ambas e você pode conferir nossas primeiras impressões clicando aqui.

Agora, testamos a configuração Overland T270 automática, de R$ 227.990 por um período maior, com direito a uma viagem familiar de São Paulo até Belo Horizonte rodando em alguns momentos com todos os sete assentos ocupados. 

O período foi suficiente para descobrir o melhor e o pior do novo Jeep Commander, e até mesmo de vivenciar falhas inéditas. Confira abaixo as aventuras que nos aguardaram. 

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Design de Jeep

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

É incontestável que o Jeep Commander é bonito de se ver. Seria uma heresia dizer o contrário. Brincadeiras à parte, tecnicamente falando o design do Commander é muito bem acertado. 

Sua robustez, vincos bem-marcados e traços característicos da marca demonstram potencial para encantar muitos consumidores e possivelmente fazê-lo liderar o seu segmento, tanto o de motorização flex quanto turbodiesel.

Porém, no interior, a Jeep cometeu alguns pecados. Vamos começar pelos bancos: eles são robustos, com acabamento em couro e suede, mas estão longe de ter a aparência sofisticada que a fabricante gostaria.

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Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

O painel possui um excesso de informações capaz de dividir opiniões: plástico duro, suede, cromado, black piano, uma faixa acobreada e muitos botões. Mas o quadro de instrumentod digital, o volante herdado do Compass e a central multimídia flutuante caíram bem.

Vale lembrar que a proposta do Jeep Commander não é ser um carro luxuoso, mas um SUV de sete lugares com um bom acabamento, ao estilo premium, mas sem tanto requinte. Nesse sentido, ele cumpre muito bem sua missão. 

Quem quer um pouco mais de refinamento terá o Mercedes-Benz GLB logo ali, a partir de R$ 270.000, mas terá que abrir mão de outras coisas. 


O espaço é bom, mas falta conforto em alguns mínimos detalhes 

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

São 4.769 mm de comprimento, 2.794 mm de entre-eixos e 1.859 mm de largura, medidas generosas, convenhamos. O Commander é um pouco maior que outros SUVs de sete lugares, como Caoa Chery Tiggo 8 e Mercedes-Benz GLB 200, e um pouco menor que o Toyota SW4.

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

O porta-malas do SUV da Jeep pode até parecer mais avantajado nos números, 661 litros configurado para cinco pessoas e 233 litros configurado para sete passageiros, mas o fato é que suas medidas foram extraídas com água e não há um parâmetro VDA divulgado oficialmente, como nos rivais.

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Quem vai guiando e o passageiro dianteiro não têm do que reclamar, é só apreciar a paisagem e sentir o vento no rosto (mesmo que seja o do ar-condicionado). 

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Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Surpreendentemente, quem mais sofre pode não ser nem quem vai na terceira fileira, mas sim na do meio, pois é preciso adaptar os ajustes de inclinação do encosto lombar e de profundidade do banco pensando em quem está atrás. A inclinação mais ereta, por exemplo, é muito pouco ergonômica e confortável para viagens mais longas. E se houver três passageiros ali sentados, o espaço para os ombros será apertado.

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Curiosamente, a terceira fileira deveria ser a pior de todas, afinal, praticamente todo carro de sete lugares é assim. Mas as duas adolescentes que escalamos para ficar lá atrás se sentiram muito confortáveis. Como?

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

O banco é bem acertado e tem até ajuste de inclinação, e por não ter o assento do meio, o espaço para ombros é maior e mais bem dividido. Por estarem posicionados justamente no porta-malas, o que os deixam mais elevados, poderia ser um problema para pessoas mais altas, mas para crianças ou adolescentes de menor estatura é até aconchegante.

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Há porta-objetos para todos os lados, fazendo jus a um carro com proposta familiar. Na frente, eles são melhores ainda, do porta-luvas ao porta-objetos do console. Há porta-copos até na terceira fileira.

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Por outro lado, faltam saídas de ar-condicionado. Sim, ele é dual zone, mas na prática quem está atrás quer mesmo é saber do jato de ar. E o que acontece no final? Quem vai na frente reclama de frio e quem está atrás, de calor. A saída é dar um jeitinho, fechar as saídas frontais e deixar as laterais abertas. 

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Quem vai na fileira do meio pode ajustar, pois há mais uma saída logo atrás do console. Já os passageiros do terceiro vagão passam boa parte da viagem reclamando que está calor, e eles nem podem ameaçar abrir a janela, que ali inexistem.

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Muitas tecnologias, alguns vacilos

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Já que estamos falando de conforto a bordo, vamos abrir um espaço aqui para falar do carregador de celular por indução: é bem limitado, para não dizer ruim. Basta uma curva que faça o celular sair levemente do lugar para ele parar de carregar. 

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

A central multimídia é outro problema à parte, só é possível conectar ao Android Auto ou Apple CarPlay com o carro parado. Entendemos todos os motivos de segurança, mas estamos falando de um carro de sete lugares. Precisamos trabalhar com a ideia de que haverá um passageiro para fazer isso. 

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Por algum motivo, acidentalmente, desconectamos o Apple CarPlay na estrada, o que nos custou muitos quilômetros sem música. O fluxo estava ótimo, não valia a pena encostar nem é seguro parar no acostamento só para isso. Só conseguimos conectar novamente quando fizemos uma parada não necessária em um posto.

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Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Esse não é o único problema da central multimídia do Commander. Ela é zero intuitiva. Muito completa, mas nada prática. Seria incrível se fosse um tablet. Mas se para o passageiro já é difícil manusear, para quem está dirigindo é impossível. Achar qualquer coisa leva tempo, devido ao excesso de informações.

E não para por aí: a tela tem um ajuste de iluminação que pode ser manual ou automático. Veio configurado no automático. Porém, quando passa das 18h, o ajuste noturno é ativado automaticamente mesmo que o sol ainda esteja raiando, o que quase apaga as informações da tela, assim como acontece com o celular.

Encontrar a configuração de iluminação levou alguns minutos, depois só selecionamos o modo manual e escolhemos a intensidade da iluminação. Ufa.

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Desempenho como a gente gosta

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

O desempenho do Jeep Commander é uma de suas melhores características. O motor turboflex 1.3 de 180/185 cv de potência (gasolina/etanol) e 27,5 kgfm de torque (qualquer combustível) pede estrada. E olha que estamos falando de um carro grandalhão que vai de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos. 

Mesmo com seis pessoas a bordo, o Commander não negou fôlego ou mostrou falta de estabilidade. Parece que ele de fato nasceu para isso, para viagens em família.

Outro ponto elogiável é a absorção dos impactos. Quem está na cabine pouco sente. Claro que quem está na terceira fileira acaba por sofrer um pouco, por estar posicionado justamente acima do eixo traseiro. É a mesma lógica de sentar na última fileira do ônibus ou de uma van.

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As versões flex não têm opção de tração 4x4, somente as configurações a diesel. O que quer dizer que é melhor não testar as versões com tração dianteira em uma trilha muito pesada. Mas se precisar passar por estradas de terra com desníveis leves e sem lama, ele aguenta o tranco graças aos bons ângulos de entrada e saída.

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

No geral, a direção é muito confortável, nem parece a de um SUV de sete lugares de quase 2.000 kg, ou até mais dependendo do número e peso das pessoas a bordo.

Os assistentes de direção semiautônoma também são muito úteis, principalmente em viagens mais longas e exaustivas. O alerta de ponto cego é ativado sempre que algum carro estiver na faixa ao lado: uma luz laranja aparece no retrovisor. 

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O assistente de frenagem de emergência também deu o ar da graça: basta o veículo da frente reduzir que, no menor retardo de reação do motorista, uma enorme mensagem sonora e visual no painel avisa para frear imediatamente. Só que dá um baita justo, pois a maioria dos sensores da Jeep são extremamente escandalosos. 

O detector de radares sem dúvida é dos mais úteis. Mesmo sem o GPS do celular estar conectado, graças aos sensores e também ao próprio GPS da multimídia, ele emite um alerta ao se aproximar do radar. E são mais claros e antecipados que aplicativos como Maps e Waze. 

E depois de algumas horas na estrada, o detector de fadiga fica a cargo de sugerir uma parada. E claro que o piloto automático adaptativo é uma verdadeira mão na roda. E até corrige o carro, caso seja detectado que o motorista está invadindo o espaço alheio.

Motor: 1.3, dianteiro, transversal, três cilindros em linha, 12V, turbo, flex, duplo comando variável de válvulas, injeção direta de combustível, taxa de compressão 10,5:1
Potência (G/E): 163/180 cv a 5.750 rpm
Torque (G/E): 27,5/27,5 kgfm a 1.750 rpm
Peso/potência: 9,3 kg/cv
Peso/torque: 62,4 kg/kgfm
Câmbio: automático, 6 marchas
Tração: dianteira
0 a 100 km/h: 9,9 segundos
Velocidade máxima: 202 km/h

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Consumo: até que é econômico 

Para um carro desse tamanho, não é nada mau fazer 6,9 km/litro na cidade r 8,3 km/litro na estrada com etanol, sendo 9,8 km/litro na cidade e 11,8 km/litro na estrada com gasolina. Comparado a um SUV maior, como o SW4, o Commander é bem mais econômico. E está na cola do consumo do Mercedes-Benz GLB, que é menor. 

Na nossa viagem de ida e volta para Belo Horizonte (MG), as médias foram de 6,9 km/litro na cidade e 8,3 km/litro na estrada com etanol, e 9,8 km/litro na cidade e 11,8 km/litro na estrada com gasolina.

Vale citar que são médias foram tiradas com seis passageiros a bordo, ar-condicionado ligado e sem preocupação com uma direção econômica.

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Principais itens de série Jeep Commander Overland T270

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

  • 2ª fileira de assentos reclináveis e com deslocamento longitudinal de 14cm
  • 3ª fileira de assentos reclináveis
  • Abertura eletrônica do porta-malas com sensor de presença
  • Acendimento automático dos faróis
  • Ajuste do volante em altura e profundidade
  • Alarme
  • Alertas de limite de velocidade e manutenção programada
  • Aletas para trocas de marcha no volante (Borboletas)
  • Apple Carplay e Android Auto com espelhamento sem fio
  • Ar-condicionado dual zone e ajuste de intensidade para as fileiras traseiras
  • Aviso de colisão frontal com frenagem de emergência com detecção de pedestres e ciclistas
  • Aviso de mudança de faixas
  • Banco do passageiro rebatível
  • Banco elétrico para o motorista e passageiro dianteiro (8 posições)
  • Bancos Premium em couro e Suede na cor marrom
  • Bolsa porta objetos atrás dos bancos dianteiros
  • Central Multimídia de 10,1" com Adventure Intelligence Plus com Alexa in vehicle
  • Chave de presença com telecomando para abertura de portas e vidros - Keyless Enter 'n Go
  • Cintos de segurança dianteiros com ajuste de altura
  • Comutação automática de faróis
  • Controle de Estabilidade (ESC) e Tração
  • Controle eletrônico anti capotamento
  • Câmbio automático de 6 marchas
  • Câmera de estacionamento traseira
  • Detector de fadiga do motorista
  • Direção elétrica
  • Encosto de cabeça traseiro central
  • Estepe de uso emergencial
  • Faróis de neblina em LED
  • Faróis dianteiros Full LED
  • Freio de estacionamento eletrônico
  • Freios a disco nas 4 rodas
  • Friso cromado por toda a extensão das janelas do veículo
  • Ganchos de fixação de carga no porta-malas
  • HSA (Hill Start Assist)
  • Iluminação do porta-malas
  • Indicador de seta dinâmico
  • Isofix
  • Jeep Traction Control+
  • Lanterna traseira em LED
  • Limitador de velocidade
  • Luzes diurnas em LED
  • Modo sport
  • Monitoramento de pontos cegos
  • Painel de instrumentos Full Digital e HD de 10,25"
  • Painel frontal em Suede com acabamento cromado
  • Panic break assist
  • Para sol com espelhos cortesia
  • Pavimento do porta-malas com revestimento duplo
  • Piloto automático adaptativo
  • Pintura das partes plásticas na cor da carroceria
  • Porta óculos
  • Portas USB nas três fileiras de assentos
  • Rack do teto com acabamento cromado
  • Reconhecimento de placas de trânsito
  • Remote start (partida remota)
  • Repetidor lateral nos retrovisores
  • Retrovisor interno eletrocrômico
  • Retrovisores externos com rebatimento automático
  • Retrovisores externos elétricos
  • Rodas de liga leve de 19" e pneus 235/50
  • Sensor de chuva
  • Sensores de estacionamento dianteiro e traseiro
  • Sete airbags (Frontais, laterais, de cortina e para os joelhos do motorista)
  • Sistema Auto Hold
  • Sistema Start&Stop (desligamento/acionamento automático do motor)
  • Sistema de estacionamento semiautônomo (Park Assist)
  • Sistema de monitoramento da pressão dos pneus
  • Sistema de navegação GPS
  • Sistema de som Premium Harman-Kardon de 450W (9 alto-falantes + subwoofer) e tecnologia Fresh Air
  • Tapetes dianteiros e traseiros em carpete
  • Teto Solar Elétrico e Panorâmico Command View
  • Teto pintado em preto
  • Tomada 12V
  • Tomada auxiliar de 127V
  • Travas elétricas nas portas e porta-malas (travamento automático a 20km/h, trava de tampa do combustível, indicador de portas abertas)
  • USB Tipo C
  • Vidros elétricos nas 4 portas com one touch
  • Volante com acabamento em couro
  • Válvula antirefluxo de combustível


Vale a pena comprar o Jeep Commander Overland T270?

Jeep Commander Overland T270 nasceu para pegar estrada com a família e tem um desempenho incrível, mas peca em alguns mínimos detalhes de conforto.

Avaliando as opções de SUVs de sete lugares, não vemos por que não valeria. O Jeep Commander Overland T270 tem um dos melhores custos-benefícios do segmento. É bem equipado, com muitos sistemas de condução semiautônoma, o que melhora muito a dirigibilidade na estrada, e o conjunto mecânico desempenha um ótimo trabalho.

Além disso, o design tem seus encantos, o consumo é muito bom para um SUV de sete lugares e o espaço é grande. Só o conforto que não está no mesmo patamar, mas dá para encarar, considerando que não existe um carro perfeito. 

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Um alerta é que, durante nosso teste, o quadro de instrumentos apagou totalmente por alguns minutos, nos deixando sem informações básicas de velocidade e nível de combustível. Depois de vários minutos e duas paradas para desligá-lo e religá-lo, ela voltou à vida. Não vimos relatos de nenhum problema similar com proprietários nos grupos do modelo no Facebook até o momento.

O maior problema, assim, é a central multimídia um tanto confusa, que requer tempo até se acostumar e memorizar tudo. No entanto, se você está pensando em comprá-lo, terá bastante tempo para isso quando ele estiver na garagem, por isso não consideraria um empecilho.

E se ainda não está seguro para essa decisão, aconselho dar uma olhada no Mercedes-Benz GLB 200 e no Caoa Chery Tiggo 8, concorrentes mais próximos agora que o Toyota SW4 flex e o VW Tiguan saíram de linha. Às vezes uma olhadinha em outra vitrine é tudo que precisamos para ter certeza que sim ou que não.

Imagens: Murillo Goes

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