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BYD Yuan Pro ganha versão híbrida que promete 55 km/l com 1.000 km de autonomia

Irmão maior do BYD Dolphin é lançado em duas versões com motorização híbrida
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26.11.2025 às 17:02
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Mirando no sucesso global dos híbridos, a BYD decidiu investir em trazer mais um modelo para o seu catálogo. E dessa vez o escolhido foi um carro que já existe: o Yuan Pro. Que estrou na Espanha com uma motorização inédita que combina combustível fóssil e energia elétrica.

Enquanto no resto do mundo, inclusive na China, o SUV permanece comercializado apenas em versões totalmente elétricas, na Europa, a história é diferente. Em outubro de 2025 a versão híbrida foi confirmada para o Brasil, mas ainda com previsão para chegar ao mercado apenas em 2026.

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No entanto, a BYD decidiu antecipar a chegada do Atto 2 híbrido – como é chamado o Yuan Pro Europa. O SUV foi oficialmente apresentado ao mercado no dia 19 de novembro na Espanha e já está disponível para compra.

E vale ressaltar que o Atto 2 DM-i – nome da divisão de híbridos da BYD - não canibaliza as outras três versões elétricas do SUV, apenas se une catálogo europeu já existente com duas versões: Active e Boost. E diferente do Brasil que vende o modelo em versão única EV de R$ 182.990, na Espanha, são oferecidas cinco opções de configurações já contando com as novas:

Preços e versões BYD Atto 2 DM-i 2026

  • BYD Atto 2 EV Active: 29.990 euros (cerca de R$ 185.653 em conversão direta)
  • BYD Atto 2 EV Boost: 31.990 euros (cerca de R$ 198.034 em conversão direta)
  • BYD Atto 2 EV Comfort: 36.200 euros (cerca de R$ 224.096 em conversão direta)
  • BYD Atto 2 DM-i Active: 28.200 euros (cerca de R$ 174.572 em conversão direta)
  • BYD Atto 2 DM-i Boost: 31.200 euros (cerca de R$ 193.143 em conversão direta)

Como é o BYD Yuan Pro DM-i

Divulgação/BYD

Divulgação/BYD

Ofertado em duas versões, o BYD Yuan Pro híbrido europeu chega ao mercado com visual sutilmente diferente da configuração elétrica. Na dianteira, o para-choque ganhou entradas de ar maiores e funcionais para resfriar o motor e, segundo a montadora, o emblema foi redesenhado.

Na lateral, as rodas dos lançamentos são diferentes. Todas as versões EV possuem o mesmo conjunto de 17 polegadas para três versões, e no caso das versões híbridas, a de entrada, Active, ganhou design mais simplificado e é a única entre as demais configurações que possui um desenho diferente. Já a versão de topo, Boost, as rodas permanecem com o design já existente, mas escurecidas. E em todas as cinco variantes, o tamanho das rodas não muda.

Outra novidade é que, exclusivamente na configuração híbrida, o Atto 2 está disponível na cor "Midnight Blue".

Falando sobre medidas, nada muda. E o SUV permanece com 4,33 metros de comprimento, 2,62 metros de entre-eixos, 1,67 metros de altura e 2,60 metros de largura. Com porta-malas com capacidade para 425 litros, que pode aumentar para até 1.335 litros com os bancos traseiros rebatidos.

Divulgação/BYD

Divulgação/BYD

No interior o Atto 2 Boost é equipado de série com central multimídia de 12,8 polegadas, bancos de couro, iluminação ambiente, teto solar panorâmico e carregamento sem fio para celular. O veículo também inclui a funcionalidade Vehicle-to-Load, permitindo fornecer até 3,3 kW de energia para dispositivos externos.

Divulgação/BYD

Divulgação/BYD

E o principal atrativo desse carro está sob o capô. Em ambas as versões o conjunto PHEV (híbrido plug-in) é formado pelo motor 1.5 aspirado associado a uma bateria elétrica, que varia de tamanho de acordo com a configuração.

No caso do BYD Atto 2 Active, a bateria é de 7,8 kWh, capaz de rodar 40 km de autonomia elétrica e até 930 km de alcance combinado, conforme ciclo WLTP – no Brasil, a medição do Inmetro provavelmente apontaria um número um pouco menor. Já na variante mais cara, Boost, a bateria é de 18 kWh capaz de rodar até 90 km apenas no modo elétrico e 1.000 km com tanque cheio e bateria carregada.

Divulgação/BYD

Divulgação/BYD

E no conjunto motor, o Atto 2 Active rende 164 cavalos de potência combinada, enquanto o Atto 2 Boost rende 209 cavalos de potência combinada. Sempre com 30,5 kgfm de torque combinado

O outro grande destaque da variante com a bateria maior, é que o seu consumo de combustível combinado pode ser de impressionantes 55 km/l, segundo o ciclo WLTP.

Vem para o Brasil?

Por enquanto, a novidade está restrita à Europa, mas a revista Autoesporte confirmou que o modelo também fará parte do catálogo brasileiro. O que é coerente com o atual momento da BYD no Brasil.

Com a fábrica nacional de Camaçari (BA) em operação, o início da produção local e os investimentos já anunciados em tecnologias híbridas flex, o cenário é bastante favorável para que o “SUV do Dolphin” também ganhe uma versão híbrida nacional. Até porque não é apenas no mercado global que os híbridos da BYD fazem sucesso. No Brasil, o modelo mais vendido da montadora é o Song Plus, segundo dados da ABVE (Associação Brasileira de Veículos Elétricos).

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