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Nova Mitsubishi L200 pode chegar ainda esse ano para assombrar Hilux

Existem dois cenários para chegada da nova geração da picape média no Brasil
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18.09.2024 às 11:48 • Atualizado em 30.06.2025
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A nova Mitsubishi L200 Triton já tem sido flagrada em testes há algum tempo em solo brasileiro. Além disso, em março deste ano, o novo visual da picape média foi registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) pela montadora japonesa. Mas quando será que a L200 será lançada de fato?

De acordo com apuração da Mobiauto junto a concessionários, a nova L200 até pode chegar ainda este ano, mas somente em dezembro, em pré-venda. Assim, a picape até pode ser lançada esse ano, mas a chegada mais provável é para 2025.

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Vale lembrar que a montadora japonesa já lançou à linha 2025 da Mitsubishi L200 com a atual geração. Mesmo assim, isso não impede a fabricante de fazer como em outras vezes e lançar a nova picape e manter a mais antiga, apenas mudando o nome. Assim como quando lançou a atual geração batizada de Mitsubishi Triton Sport em 2020, deixando a mais antiga no catálogo como L200 Triton nas versões GL, GLS e Outdoor.

Atualmente, a picape média japonesa é oferecida em oito versões com dois visuais diferentes, Triton para mais e nova e Outdoor para mais velha. Vale lembrar que a L200 é produzida no Brasil em Catalão (GO).

Como é a nova Mitsubishi L200?

A chegada da nova Mitsubishi L200 não se trata de um facelifit ou reestilização, mas sim uma nova geração. A nova picape da marca dos três diamantes já foi apresentada em outros mercados e, por isso, já podemos adiantar algumas coisas.

A L200 chegará maior, agora ela terá 5,36 metros de comprimento, 1,93 m de largura, 1,81 m de altura e 3,13 metros de entre-eixos, um ganho considerável. Isso representa 8 cm a mais de comprimento, 1 cm a mais de largura, 2 cm a mais de altura e generosos 13 cm a mais de entre-eixos que a atual geração.

Na dianteira, a nova picape traz formas mais geométricas. Os faróis são divididos em dois níveis com luzes de posição diurna (DRL) mais afilados na parte superior e as luzes de iluminação de LED logo abaixo. A barra cromada logo abaixo do capô dá lugar a uma peça retangular que moldura a grade com três aberturas. A peça ainda abriga o logo e o nome da marca. Ainda há uma peça em preto brilhante que envolve os faróis e as luzes de neblina.

Na traseira, o visual característico das lanternas traseiras será mantido, mas com uma pegada mais robusta, com ares de design americano, com peças maiores e uso do para-choque traseiro em cor diferente da carroceria. Mas essa alternância de cores pode estar reservada apenas para versões mais caras.

Por dentro, a cabine entrega um visual mais sóbrio. Há mudanças em relação a atual geração, mas nada que seja muito disruptivo. Central multimídia na vertical com comandos físicos, assim como ar-condicionado digital de duas zonas.

As novidades parecem ter parado por aí, pois o painel de instrumentos não é totalmente digital, apenas com um computador de bordo entre o velocímetro e tacômetro. O volante é novo de três pontas e com comandos para central de entretenimento e computador de bordo.

Ainda não há informações sobre capacidade de carga e de reboque. Porém, podemos esperar mais de 1.000 kg, caso a picape mantenha a motorização a diesel, que é a capacidade exigida por lei no Brasil para rodar com o combustível fóssil, assim como os até 3.500 kg de reboque para picapes médias.

Por falar em motor, é bem provável que a nova L200 chegue com o motor 2.4 turbodiesel. No entanto, da mesma forma que a Chevrolet S10 passou por uma recalibração e ganho de potência e torque, a picape japonesa também recebeu reforço na cavalaria.

A usina agora oferta 214 cavalos de potência e 48 kgfm de torque, aliado a um câmbio automático de oito velocidades. Ou seja, um ganho de 24 cv. A picape ainda oferece sete modos de condução: normal, econômico, cascalho, lama, neve, pedra e areia, além da tração 4x2, 4x4, 4x4 off-road e reduzida.

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Repórter

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Encontrou no jornalismo uma forma de aplicar o que mais gosta de fazer: aprender. Passou por Alesp, Band e IstoÉ, e hoje na Mobiauto escreve sobre carros, que é uma grande paixão. Como todo brasileiro, ainda dedica parte do tempo em samba e futebol.