Comparativo: VW T-Cross e Jeep Renegade, os SUVs mais vendidos no Brasil

T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil
Por Renan Bandeira
01.02.2021 às 13h:46 • Att. há 3 meses
T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

A ofensiva SUV nos últimos anos tem feito a categoria tomar cada vez mais espaço na garagem dos brasileiros. Segundo a Fenabrave (associação nacional dos concessionários), só no ano passado foram vendidas 528.182 unidades de modelos com esse tipo de carroceria.

Isso significa que eles tiveram a segunda maior fatia de emplacamentos do mercado nacional, representando 32,7% das vendas totais no ano, abaixo apenas dos ainda populares hatches compactos.

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Volkswagen T-Cross e Jeep Renegade são dois dos modelos de maiores sucessos no segmento. No acumulado de 2020, venderam 60.119 e 56.865 unidades, respectivamente, ficando em primeiro e segundo lugar no ranking de SUVs. 

O sucesso nas vendas trouxe os dois até este comparativo. A versão mais premium e potente do T-Cross, Highline 250 TSI, enfrenta a Moab 2.0 turbodiesel do Renegade, que estreou ano passado e tenta popularizar o motor sem centelha.

Ambos podem parecer bem diferentes na proposta (e são), mas eles se encontram em um ponto muito importante: a faixa de preços. 

  • Renegade Moab: R$ 149.134, mais até R$ 1.729 pela pintura. Total: R$ 150.863  
  • T-Cross Highline 250 TSI: R$ 128.190, mais até R$ 1.910 pela pintura, mais R$ 6.670 pelo pacote Tech & Beats (som Beats, assistente de estacionamento e faróis full-LED com DRL integrado e regulagem automática do facho), mais R$ 5.310 pelo teto solar, mais R$ 2.100 pela pintura bicolor. Total: R$ 144.180

Para quem tem R$ 150 mil na conta, mas não uma noção tão clara sobre se prefere um SUV turboflex com tração dianteira ou um turbodiesel 4x4 na garagem, aqui vão os prós e contras de T-Cross e Renegade para auxiliar na decisão de compra.

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T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

Visual

O gosto pelo design de um veículo é pessoal. Para quem gosta da pegada mais off-road, o Renegade é o mais indicado, mas o T-Cross leva a melhor entre quem prefere um SUV mais premium e esportivo.

Por ser a versão de entrada entre as movidas a diesel, a Moab tem visual simplório. Os detalhes são todos pretos: grade frontal, maçanetas, capas dos retrovisores externos, barras longitudinais do teto e o aplique que contorna todo o perímetro da carroceria.

Os acabamentos ornam com o interior, que também é preto, e ainda combinam com as rodas de 17 polegadas escurecidas, dando um ar ainda mais off-road à versão.

O T-Cross é mais esportivo. A carroceria é mais baixa que a do Renegade e, olhando de frente, o modelo parece um hatch altinho. Para se diferenciar das versões mais básicas, a Highline aposta em detalhes cromados nos pára-choques dianteiro e traseiro, grade frontal e barras longitudinais de teto. 


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Além disso, conta com rodas de 17 polegadas diamantadas, teto solar elétrico, pintura bicolor com teto preto (opcionais) e maçanetas e capas dos retrovisores externos na cor da carroceria.

Os conjuntos ópticos também contribuem para o visual. O Volkswagen conta com faróis, luzes de condução diurna e lanternas totalmente de LED (opcionalmente). Seu conjunto óptico é mais sofisticado e inteligente, pois inclui regulagem automática de altura do facho e iluminação dinâmica em curvas.

Já o Jeep é equipado com luzes halógenas convencionais, mais amareladas.

T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

Dimensões e interior

Ambos os veículos são compactos, mas basta olharmos as imagens para observarmos que o Renegade não só é maior que o T-Cross como passa a sensação de ser muito maior. 

  • Renegade Moab: 4.232 mm de comprimento, 1.805 mm de largura, 1.714 mm de altura e 2.570 mm de entre-eixos; Peso: 1.627 kg; Porta-malas: 320 litros.
  • T-Cross Highline 250 TSI: 4.199 mm de comprimento, 1.760 mm de largura, 1.570 mm de altura e 2.651 mm de entre-eixos. Peso: 1.335 kg; Porta-malas: 373 a 420 litros

Porém, por dentro, não há tanta vantagem assim. É verdade que sua maior altura e largura dão vantagem quando se trata de espaço para cabeça e ombros. Exemplo: eu tenho 1,87 m de altura e o espaço entre a minha cabeça e o teto é de um palmo fechado. No T-Cross, minha cabeça raspa no teto.

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T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

Porém, o banco regulado para a minha altura deixa o vão para as pernas dos ocupantes da segunda fileira limitado no Renegade, fato que não acontece no VW. Isso se deve aos 8 cm a mais de entre-eixos do T-Cross, que melhoram - e muito - o espaço interno para as pernas.

Outro ponto em que o Volkswagen leva vantagem é o porta-malas. O compartimento do SUV da marca alemã leva pelo menos 53 litros a mais que o do modelo norte-americano, chegando a 100 litros se a angulação do encosto lombar do banco traseiro for regulada mais para cima.

T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

Ainda falando da parte interna, o assunto agora é acabamento. Como todo Volkswagen, o T-Cross vem quase todo revestido internamente em plástico rígido, diferentemente do Renegade, que traz painel macio ao toque e tecido no teto e nas portas – assim como nos bancos.

Os bancos do T-Cross usam couro sintético e mesclam cores cinza claro e escuro, que ornam com o friso horizontal do painel. Seus bancos dianteiros, aliás, “abraçam” melhor os ocupantes e dão uma experiência melhor de condução. Porém, os do Renegade - que têm revestimento em tecido preto - são mais macios e confortáveis.

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T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

O Jeep conta com ar-condicionado manual de duas zonas. O do T-Cross também é manual, porém com mostrador digital próprio (os do Renegade ficam na central multimídia) e comandos mais simples, além de oferecer duas saídas para a segunda fileira de assentos, onde também há duas portas USB.

Internamente, o alemão leva muita vantagem no quesito tecnologia. O teto solar é elétrico e a proteção em tecido do teto panorâmico também é acionada eletricamente. O quadro de instrumentos é totalmente digital e a central multimídia, a já conhecida VW Play de 10,1”, herdada do VW Nivus, é mais veloz e tem gráficos bem mais modernos.

O Jeep tem painel híbrido com mostradores analógicos e um pequeno computador de bordo central digital. Já a central é a Uconnect de 7”, também compatível com Android Auto e Apple CarPlay. Sua única vantagem é o freio de estacionamento elétrico, enquanto o do T-Cross ainda é pela velha alavanca.

T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

Os sistemas de entretenimento têm seus problemas. Relatos - já mostrados pela Mobiauto - descrevem apagões na VW Play quando fica muito exposta ao calor. Já a UConnect é lenta, trava e, muitas vezes, faz o mapa projetado pelo celular tremer, exibir o veículo em ponto errado ou simplesmente sumir da tela.

Outro ponto é o posicionamento das duas. Nesse aspecto, o Volkswagen se sai melhor por ter a central mais alinhada ao quadro de instrumentos. Assim, o condutor não precisa tirar 100% do foco da pista caso precise olhar algo na tela. A do Jeep fica alojada mais perto do console central e o motorista tem que olhar para baixo.

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Os volantes também proporcionam experiências diferentes, mesmo que as distinções sejam sutis. Os comandos de troca de música e volume do Renegade - que são os mais usados - ficam atrás, enquanto os do T-Cross aparecem à vista do condutor. 

No primeiro dos casos, o uso dos botões é melhor, porque o condutor tem de encaixar ainda mais as mãos no corpo do volante para atingi-los. No segundo, tira-se a firmeza de uma das mãos do volante para fazer os acionamentos.

Além disso, a assistência elétrica de direção do T-Cross é mais precisa e firme. A do Renegade, por vezes, se mostra excessivamente leve e anestesiada, apresenta mais rebotes e tem uma ligeira folga no início do esterçamento. 

Dirigibilidade, desempenho e consumo

T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

O Jeep dá uma posição mais elevada para dirigir e um campo maior de visão na dianteira, o que pode agradar muitos consumidores que buscam um ponto H mais alto e boa visibilidade ao olhar para frente. 

Mas ambos os SUVs possuem muitos pontos cegos na parte traseira, por conta da coluna C larga, deixando o motorista praticamente com a visão dos retrovisores externos e das câmeras de ré - nenhuma das versões é equipada com alerta de pontos cegos.

Os espelhos do Renegade são maiores e contam com uma parte convexa na extremidade. Isso aumenta o campo de visão para manobras, mas também é prejudicial quanto à precisão da distância para outro veículo quando é preciso trocar de faixa, por exemplo. 

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Já o T-Cross dá uma experiência melhor de condução: mais é mais assentado e tem suspensão mais firme, permitindo que a condução seja mais próxima a de um esportivo e ainda conta com aletas atrás do volante para uma direção mais agressiva.

  • Renegade Moab: direção elétrica com 10,8 m de diâmetro de giro, tração 4x4 Low e Lock com modos de condução e controle de descida, suspensões independentes McPherson (dianteira e traseira), freios a disco nas quatro rodas, Cx 0,36, ângulo de ataque de 30º, ângulo central de 22º, ângulo de saída de 33º, vão livre do solo de 216 mm, capacidade de carga de 400 kg e pneus 215/60 R17.
  • T-Cross Highline 250 TSI: direção elétrica com 10,2 diâmetro de giro, tração 4x2 na dianteira, suspensões independentes McPherson (dianteira) e eixo de torção (traseira), freios a disco ventilados na dianteira e sólido na traseira, Cx 0,36, ângulo de ataque 20,7º, ângulo central (N/D) e ângulo de saída 30,2º, vão livre do solo de 191 mm, capacidade de carga de 448 kg e pneus 205/55 R17.

O Renegade é mais macio, tem vão livre do solo superior e vai melhor em terrenos mais acidentados, seja em circuitos off-road (até pela óbvia vantagem de ter tração 4x4 com bloqueio de diferencial) ou ruas esburacadas. 

A suspensão absorve melhor o impacto e suaviza o “chacoalhão” dos ocupantes na cabine, mas dá menos estabilidade em curvas de rodovias.

Os dois motores possuem construções e trabalham de formas muito diferentes, mas ambos tornam os SUVs espertos. O 250 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm quase não transfere barulho para a cabine, além de vibrar muito pouco. 

O 2.0 turbodiesel de 170 cv e 35,7 kgfm, por sua vez, é mais barulhento e vibrante (no uso literal da expressão), embora seja até silencioso em relação a outros diesel - o bom isolamento da cabine do Renegade ajuda, claro.

T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

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  • Renegade Moab: 2.0 turbodiesel de 170 cv (3.750 rpm) e 35,7 kgfm de torque (1.750 rpm) acoplado ao câmbio automático de nove marchas. Tração 4x4 com bloqueio de diferencial. 0 a 100 km/h: 9,9 segundos.
  • T-Cross Highline 250 TSI: 1.4 turboflex de 150 cv (4.000 rpm) e 25,5 kgfm de torque (1.400 rpm no etanol e 4.000 rpm na gasolina) aliado a caixa automática de seis marchas. Tração dianteira. 0 a 100 km/h: 8,7 segundos.

O Renegade perde em dirigibilidade, mas vence em desempenho, mesmo na condução em perímetro urbano ou rodoviário - que é mais favorável às características do T-Cross. Devido ao torque abundante, ele é mais agressivo do que o VW nas acelerações e retomadas.

O Volkswagen foi testado com gasolina. Seu torque máximo, segundo a fabricante, vem logo a 1.400 rpm, mas ainda assim o SUV apresenta um pequeno delay para responder ao acionamento do pedal. Depois que ganha velocidade e o câmbio se adapta às trocas a rotações mais altas, o T-Cross fica mais esperto.

Ainda assim, não é melhor que o Renegade. O câmbio curto de nove marchas favorece o SUV da Jeep, que mantém a rotação sempre ideal para entrega máxima da força do propulsor. A sensação é a de estar dirigindo uma picape em um corpo de SUV.

T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

Em seu habitat, a vantagem do Renegade sobre o T-Cross não é diferente. Para percursos off-road, o modelo conta com tração 4x4 Low e Lock, controle de velocidade em descida e modos de condução Auto, Snow, Sand, Mud, Rock (automático, neve, areia, lama, pedra). Vale lembrar que o Renegade é o único SUV da categoria a oferecer motor diesel e tração 4x4.

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Os veículos tiveram empate técnico no quesito consumo. Analisando apenas o combustível gasto, o T-Cross foi melhor por fazer 10 km/l na cidade abastecido com gasolina em nosso teste, contra 8,8 km/l do Renegade Moab que é movido a diesel. 

Mas, seguindo os dados da última tabela de preços de combustíveis publicada no Diário Oficial da União (DOU), que coloca a gasolina com preço base R$ 4,31 e o diesel com valor sugerido de R$ 3,71, o Renegade leva uma ligeira vantagem.

O consumo do Jeep é 13,6% superior ao do Volkswagen, mas o preço do combustível é 16,17% mais barato que o da gasolina - combustível usado durante os testes.

A autonomia também é acirrada, mas o Renegade ainda leva a melhor, já que pode rodar até 528 km com um tanque, enquanto o T-Cross percorre 520 km.

  • Renegade Moab: 60 litros
  • T-Cross Highline: 52 litros

Segurança

Os dois SUVs foram bem nos testes de colisão do Latin NCap e conquistaram nota máxima de proteção para passageiros adultos e crianças. A avaliação do Renegade é mais antiga, de 2015 (primeiro protocolo), enquanto a do T-Cross é de 2019 (segundo protocolo). 

Controle de estabilidade os dois possuem, mas o T-Cross passa sensação de estabilidade maior ao contornar uma curva em estrada a velocidade mais alta. Confira os itens de segurança que as versões comparadas oferecem:

Renegade Moab: airbags dianteiros, controle de estabilidade para carro e trailer, controle de tração, assistente de partida em rampa, freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, cintos três pontos e encosto de cabeça para todos os ocupantes, sistema de ancoragem de cadeiras infantis Isofix, controle eletrônico anticapotamento, limpador e desembaçador traseiro, piloto automático e Panic Break Assist (assistente de frenagem para motoristas sob pressão).

T-Cross Highline: seis airbags, alerta sonoro e visual de não afivelamento dos cintos, controle de estabilidade e tração, freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, assistente de partida em rampa, encosto de cabeça e cinto três pontos para todos os ocupantes, sistema de ancoragem de cadeiras infantis Isofix, sistema de frenagem automática pós-colisão, indicação de controle da pressão dos pneus e detector de fadiga do motorista.

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T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

Avaliação da redação (notas de 1 a 10):

Design

  • Renegade Moab: 9
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 7

Desempenho

  • Renegade Moab: 9 
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 8,5

Consumo

  • Renegade Moab: 6,5
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 6,5

Espaço interno

  • Renegade Moab: 8
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 7,5

Porta-malas

  • Renegade Moab: 2
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 4

Conforto

  • Renegade Moab: 8
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 5,5

Acabamento

  • Renegade Moab: 6,5
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 4,5

Tecnologia

  • Renegade Moab: 3
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 8

Dirigibilidade

  • Renegade Moab: 6,5
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 9

Segurança

  • Renegade Moab: 7,5
  • T-Cross Highline 1.4 TSI: 9

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Qual é o melhor?

T-Cross Highline 250 TSI e Renegade Moab 4x4 diesel têm propostas bem diferentes, mas se encontram na faixa dos R$ 140 mil

Claro que as propostas são distintas, mas levando em consideração a faixa de preços, o T-Cross seria a melhor opção. O modelo somou 70 pontos na avaliação da redação Mobiauto, quatro a mais que seu oponente. Além disso, tem valor de revisões até 60.000 mais em conta que o Renegade, sendo R$ 2.224 – com as três primeiras gratuitas – contra R$ 3.250.

Os destaques vão para a tecnologia, dirigibilidade e segurança, principais qualidades da versão Highline 250 TSI no confronto com a Moab. O Renegade ganha pontos por ser diesel e oferecer maior durabilidade mecânica, mas não é o suficiente para desbancar o alemão. Exceto se o comprador morar em local com vias muito acidentadas ou gostar de uma trilha.

O desempenho dos veículos é o principal atrativo, principalmente por conta dos fortes motores turbo, mas o Renegade fica para trás por ser sua versão de entrada e não oferecer tantos itens quanto o T-Cross, cuja opção aqui avaliada é a de topo.

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