Chevrolet Tracker revela mudança em item criticado de acabamento
Para a linha 2026, a Chevrolet Tracker, SUV linha de frente da marca, recebeu atualizações visuais, principalmente na dianteira. No entanto, uma em específico chamou a atenção dos consumidores, muito por conta da sua “ousadia”. Esse destaque, porém, está na parte interna e é exclusivo da versão mais cara, a RS.
Estamos falando do acabamento interno, um item visto como polêmico por utilizar um vermelho chamativo que cobre grande parte dos assentos, tanto dianteiros quanto traseiros. Ao apostar em uma cor que chama a atenção, o excesso de vermelho foi alvo de críticas.
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Porém, a Chevrolet trouxe uma nova opção para aqueles que viam a coloração do assento como um impeditivo para investir na configuração topo de linha do SUV. A novidade foi apresentada diretamente do autódromo de Interlagos e traz um assento um pouco mais discreto.
Reprodução/Mobiauto
Os detalhes em vermelho continuam presentes, mas agora de forma bem mais sutil do que na opção original. O preto substitui o tom avermelhado que envolvia os bancos dianteiros e traseiros, mantendo o vermelho apenas na faixa posicionada ao centro de cada assento.
A nova cor chega como opcional extra de acabamento para os clientes, sem substituir a opção original, que segue disponível. Ou seja, quem optar pela versão topo de linha pode escolher entre as duas alternativas, sem pagar a mais por isso.
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Vale lembrar que as demais versões do modelo trazem bancos revestidos de tecido preto nas configurações de entrada, revestimento premium em preto nas versões intermediárias e, na Premier, bancos e painel com acabamento em preto combinado com o chamado bege “Medium Dark Cocoa”.
O que não muda são os equipamentos tecnológicos. O painel de instrumentos digital de 8 polegadas e a central multimídia MyLink de 11 polegadas seguem de série, assim como o carregador por indução e o ar-condicionado digital.
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A nova configuração da cabine não altera o que está sob o capô, que permanece com o motor 1.2 turbo flex de injeção direta, com até 141 cv de potência, 22,9 kgfm de torque e câmbio automático de seis marchas, exatamente o mesmo conjunto da versão Premier.
Por Pedro Rocha
Pedro Rocha é formado em Jornalismo, na Anhembi Morumbi, em São Paulo. É um amante de carros e contribuiu com Mobiauto durante 2024.
