Honda City: marca japonesa já prepara versão híbrida de baixo custo
Novo Honda City prepara motorização híbrida inédita no Brasil para o futuro; entenda como deve ser
O Honda City, em sua linha de 2025, recebeu atualizações visuais discretas, adotando um design mais esportivo, com grade e para-choques redesenhados. Porém, o futuro do modelo reserva mudanças ainda mais significativas do que as vistas agora.
Conforme apurado com exclusividade pela Mobiauto, na segunda metade deste ano, a nova geração do Honda City vai chegar ao mercado brasileiro com motorização híbrida. Mas calma, isso não significa que veremos esse conjunto nas ruas já no próximo ano.
Você também pode se interessar por:
- Honda City: nova geração mudará radicalmente e terá versão híbrida "acessível"
- Novo Honda City usado é confiável e tem até ADAS pelo preço de um Onix 0km
- Honda City Touring 2026: testamos o consumo do hatch na cidade e estrada
- Honda WR-V estreia novidade importante que outros carros da marca receberão
O novo City, que chega antes da versão híbrida, já em 2026, terá mudanças focadas apenas no visual, assim como na linha atual, com novo design na dianteira, alterando grade, para-choque e faróis, e na traseira, com para-choque e lanternas atualizados. O modelo, inclusive, já foi flagrado em testes no país, conforme imagem publicada pelo perfil @placaverde.
A previsão de chegada da nova geração, aí sim já com motorização híbrida, ao mercado global é apenas em 2028.
Motorização híbrida no Brasil:
Atualmente, o Honda City é vendido no Brasil com motor 1.5 aspirado com injeção direta, que entrega 126 cv de potência e 15,8 kgfm de torque. Sua futura motorização híbrida, quando chegar, não será combinada a um motor turbo. Assim, todo o conjunto híbrido do Honda City será associado apenas a um motor flex aspirado.
No mercado asiático, o Honda City já é oferecido com a motorização híbrida e:HEV. O conjunto combina um motor 1.5 a gasolina, que atua principalmente como gerador, com dois propulsores elétricos responsáveis pela tração das rodas, entregando potência combinada de 126 cv e consumo de 27 km/l nos padrões asiáticos.
Divulgação/Honda
O maior problema dessa motorização é seu custo elevado, algo que deve ser resolvido quando ela chegar ao Brasil. A expectativa é de um sistema atualizado, com redução de custos, maior eficiência e preço um pouco mais acessível no mercado nacional.
O segredo também está no desenvolvimento de uma nova plataforma. A montadora japonesa diz ter reduzido o peso da sua base para híbridos em 90 kg, sem comprometer a segurança e ainda otimizando a rigidez torcional da carroceria e melhorando a estabilidade na condução.
Além da nova motorização, o futuro do modelo também reserva uma nova linguagem visual. A inspiração deve vir do conceito Série 0, apresentado no Japan Mobility Show, o Salão de Tóquio, trazendo um visual retrofuturista comum nos híbridos e elétricos lançados recentemente. A nova geração do City deve adotar linhas mais esportivas, elegantes e robustas, além de mudanças radicais na dianteira, com nova grade, faróis e para-choque.
Receba as reportagens da Mobiauto via Whatsapp