Por que o novo Honda Fit já nasce raro e não pode ser mais comprado
Monovolume que saiu de linha há 5 anos atrás ganhou versão reestilizada e difícil de comprar
A GAC Honda, joint venture chinesa entre as duas montadoras, deu à quarta geração do Fit uma reestilização que o deixa quase irreconhecível, ainda mais quando comparado à sua última versão vendida no Brasil, que saiu de linha em 2021, ainda na terceira geração.
Porém, dentro dessa atualização, existem duas más notícias: o modelo é exclusivo para o mercado chinês e não está nada fácil ter um na garagem.
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Essa versão personalizada teve apenas 3.000 unidades produzidas, com público-alvo focado nos maiores fãs do monovolume, e preço avaliado em 66.800 yuans, o equivalente a cerca de R$ 50.245,69 na conversão direta, sem a adição de impostos.
Considerando o número limitado de unidades produzidas, adquirir essa versão já não era uma missão fácil. Agora, porém, tornou-se basicamente impossível, já que o modelo se esgotou em menos de 20 dias após o lançamento.
Mas qual o motivo de tanto sucesso?
O esgotamento das vendas tem como principal, ou até único motivo, o visual. Na parte mecânica, o Fit segue com o mesmo conjunto sob o capô: um 1.5 i-VTEC aspirado de quatro cilindros, com potência de 124 cv e torque de 15,5 kgfm, o mesmo utilizado pelo Honda City brasileiro, porém com calibração diferente por aqui, já que utiliza tecnologia flex.
Esse motor, inclusive, conta com garantia vitalícia assegurada pela Honda, assim como o câmbio automático CVT.
A personalização começa pelos faróis, que perderam o formato arredondado característico e ganharam um novo desenho mais fino, dividido em dois níveis, seguindo a tendência de um visual mais futurista. Os faróis, inclusive, são conectados por uma faixa escurecida.
O formato da carroceria mantém a identidade do monovolume que vimos no Brasil, porém as novas linhas deram ao Fit um visual ainda mais robusto. Nesse ponto, a traseira se destaca, com um desenho mais avantajado, que faz com que essa versão pareça maior.