Jeep Renegade: o que esperar da renovação do SUV

Catálogo da Jeep será atualizado ainda este semestre, e não é só pela chegada do Avenger

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24.03.2026 às 18:26

Desde o Salão do Automóvel de 2025, o Jeep Renegade, que sempre chamou a atenção do público, viu os flashs irem em direção ao seu “irmão menor”, o Jeep Avenger, que chega ainda neste primeiro semestre.

Mas mudanças no Renegade também são esperadas, e não por ciúmes do novato, e sim para justificar sua subida de prateleira dentro da marca. E essas novidades não devem se limitar apenas ao design.

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Entre as mudanças, está a aguardada adoção de uma motorização híbrida. Diferente do sistema de 12V já visto em modelos do grupo Stellantis, como Fiat Pulse e Fastback, aqui estamos falando de uma tecnologia de 48V.

Mesmo com o quádruplo de voltagem, o sistema ainda é híbrido-leve (MHEV), porém mais robusto. Ele é capaz de auxiliar na geração de energia e entregar um leve ganho de torque ao motor a combustão. Já o sistema de 12V, visto nos modelos da Fiat, tem foco maior na redução de emissões e no consumo, sem oferecer esse ganho extra de desempenho.

Além disso, o SUV ganhar uma reorganização de preços e versões por conta da chegada do Avenger. Com isso, o Rengade deixa o posto de SUV de entrada da marca para abrir espaço para o novato.

O Renegade deve passar por um verdadeiro banho de loja. Na dianteira, a expectativa é por um para-choque mais robusto, nova grade mantendo as tradicionais sete fendas e um conjunto óptico atualizado.

Projeção/IA

Projeção/IA

Na traseira, o cenário se repete, com novas lanternas e um para-choque mais musculoso. Ainda assim, não são esperadas mudanças na clássica silhueta quadrada, nem alterações relevantes nas dimensões, que podem crescer apenas por conta dos novos para-choques.

Mas é na cabine que as principais novidades devem aparecer, aproximando o modelo do Jeep Compass. A central multimídia deve mudar de posição, saindo da integração com o console e passando a um formato mais elevado, com estilo de tablet e efeito flutuante.

O console central também deve ser redesenhado, ficando mais alto e com organização mais limpa dos botões físicos, reforçando a sensação de um interior mais moderno e próximo de modelos de categoria superior.

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Pedro Rocha é formado em Jornalismo, na Anhembi Morumbi, em São Paulo. É um amante de carros e contribuiu com Mobiauto durante 2024.

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