Fiat Pulse Drive manual é SUV barato e faz 15 km/l contra Kardian e Tera
SUV une câmbio manual e motor aspirado robusto para ser opção de entrada com bons números de consumo
Quando o Fiat Pulse foi lançado, o segmento dos SUVs compactos “era tudo mato”. Agora, o modelo viu de perto a chegada de Renault Kardian e VW Tera, e ainda tem mais por chegar. Para tentar frear os rivais, a Fiat retornou com a opção de entrada com câmbio manual e motor aspirado do SUV, com o preço agressivo de R$ 99.990.
Não só isso, a Mobiauto realizou o teste de consumo do Pulse manual e conseguiu atingir os 15 km/l com o SUV na estrada com gasolina. Na cidade, o modelo conseguiu fazer 10,4 km/l.
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Com o motor 1.3 aspirado flex e câmbio manual de cinco marchas, o Pulse manual entrega até 107 cv de potência e 13,7 kgfm de torque. Com esse conjunto, o compacto tem como concorrente direto a versão de entrada de Tera e Kardian.
Nessa versão, o Tera tem um motor 1.0 aspirado de até 84 cv e 10,3 kgfm de torque, associado ao câmbio manual de cinco marchas, enquanto o representante da Renault é o único com motorização 1.0 turbo, que oferece até 125 cv e 22,5 kgfm de torque, combinado com câmbio manual de seis marchas.
Em termos de desempenho, o Pulse fica no meio termo entre o Tera e o Kardian, mas oferece um ajuste de suspensão mais fino que a concorrência. Na estrada, falta mais força para o SUV da Fiat, o que uma sexta marcha poderia ajudar nas retomadas e acelerações.
Com um projeto mais antigo, o Pulse não deve em termos de tecnologia para os rivais, a multimídia de 8 polegadas tem pareamento sem fio para Android Auto e Apple Carplay sem fio. O painel de instrumentos ainda é analógico com uma pequena tela digital no central, mas a disposição de comandos físicos no painel central facilita a vida de quem quer os ajustes à mão e não se distrais ao volante.
Os rivais já têm seis airbags de série, dois a mais que o Pulse. O SUV também só oferece os assistentes de segurança obrigatórios, além de não contar com auxílio de estacionamento.
Entre os SUVs de entrada, o Pulse permanece como um compacto de custo-benefício e qualidades na média do segmento. O conjunto mecânico gerido pelo motor Firefly é robusto e aliado com mecânica que já se provou ser confiável. Olhando na prateleira das versões de entrada, o Pulse ainda é um bom caminho.
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