Flagra: Nova Nissan Frontier híbrida no Brasil antecipa mudanças na picape

Disponível apenas com versões a diesel, versão chinesa eletrificada aparece pela primeira vez

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29.01.2026 às 12:47

A Nissan Frontier é atualmente oferecida em apenas três versões, sendo todas, inclusive, a diesel. Na China, a marca já apresentou uma nova versão híbrida plug-in, que também parece estar se preparando para dar as caras no Brasil.

Segundo imagens publicadas pelos perfis @bfmsoficial e @gessnermotors, a Nissan Frontier com motor híbrido foi flagrada desembarcando em terras tupiniquins pelo Porto de Santos (SP).

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O flagra está longe de ser à toa, já que, em uma entrevista concedida por Ivan Espinosa, CEO Global da Nissan, a jornalistas presentes no Japan Mobility Show de 2025, a marca já estudava lançar a Frontier eletrificada no Brasil.

Mas, calma: o fato de ela aparecer rodando por aqui não significa oficialmente que estará disponível para compra. Pelo menos é o que confirma a própria marca em nota: “Testar carros no país, mesmo para outros mercados, é algo natural e um mérito da qualidade dos nossos engenheiros, que são reconhecidos mundialmente pela sua eficiência no desenvolvimento de produtos. Nossas equipes, cada vez mais, contribuem com projetos de diferentes mercados. Mas isso não significa que esses veículos que chegam ao país ou estão rodando aqui serão lançados no Brasil”.

Na China, as versões comercializadas são bastante diferentes das opções que temos por aqui. A começar, primeiramente, pela variedade de motorizações. Vendida lá com o apelido de projeto Dongfeng Z9 (joint venture com a Zhengzhou Nissan), a picape, além da PHEV, conta com configurações a diesel e a gasolina.

A híbrida leva a combinação de um motor 1.5 turbo a gasolina com um propulsor elétrico, rendendo potência e torque combinados de 410 cv e 81,5 kgfm, respectivamente.

Apenas para comparação, as versões disponíveis em nosso mercado trazem o motor 2.3 biturbo diesel, de 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque, com câmbio automático de sete marchas.

Claro que as mudanças estariam longe de ser apenas debaixo do capô, até porque, enquanto a híbrida é originariamente chinesa, a versão brasileira é, na verdade, argentina, contendo, claro, mudanças nítidas no visual.

A dianteira da chinesa deixa claro que estamos falando de um modelo eletrificado, já que carrega uma pegada futurista, com assinatura em LED mais fina. Na parte de trás, a mesma ideia, já que, além de mais minimalista, traz também mais tecnologia, com lanternas interligadas por uma barra de luz que cruza toda a tampa traseira.

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Pedro Rocha é formado em Jornalismo, na Anhembi Morumbi, em São Paulo. É um amante de carros e contribuiu com Mobiauto durante 2024.

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